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Intensivo PIS/COFINS: domine a apuração, os créditos e a EFD-Contribuições

Intensivo PIS/COFINS: domine a apuração, os créditos e a EFD-Contribuições

PIS e COFINS estão presentes na rotina de milhares de empresas, mas continuam entre os tributos que mais geram dúvidas, inconsistências e oportunidades de recuperação.

Diferenças entre os regimes cumulativo e não cumulativo, exclusões da base de cálculo, créditos sobre insumos, fretes, rateios e registros na EFD-Contribuições exigem conhecimento técnico e atenção aos detalhes.

Um erro aparentemente pequeno pode se repetir durante meses, provocar pagamento indevido, reduzir créditos legítimos ou gerar divergências nas obrigações fiscais.

O curso Intensivo PIS/COFINS foi desenvolvido para profissionais que desejam compreender a legislação, executar a apuração e analisar créditos com mais segurança.

A formação aborda os regimes cumulativo e não cumulativo, exclusões da base, créditos admitidos, jurisprudência, fretes, rateio proporcional à receita bruta, planilhas de cálculo e registros na EFD-Contribuições.

Por que estudar PIS e COFINS?

Embora sejam tributos frequentes na rotina fiscal, PIS e COFINS possuem regras que variam conforme:

  • Regime tributário da empresa;
  • Natureza das receitas;
  • Produtos comercializados;
  • Atividade exercida;
  • Operações de compra e venda;
  • Tipo de despesa;
  • Classificação fiscal;
  • Tratamentos monofásicos;
  • Alíquotas reduzidas ou zeradas;
  • Benefícios e exclusões legais.

O profissional não pode simplesmente aplicar uma alíquota sobre o faturamento sem compreender a composição das receitas e os possíveis tratamentos específicos.

Também não é suficiente importar os documentos para o sistema e confiar integralmente na parametrização.

É necessário saber interpretar os resultados e identificar quando determinada operação foi classificada incorretamente.

Para quem é o curso Intensivo PIS/COFINS?

A formação é indicada para profissionais que trabalham ou desejam trabalhar com apuração tributária.

Entre os principais públicos estão:

  • Contadores;
  • Analistas fiscais;
  • Assistentes fiscais;
  • Consultores tributários;
  • Proprietários de escritórios contábeis;
  • Profissionais de departamentos fiscais;
  • Auditores;
  • Advogados tributaristas;
  • Estudantes de Ciências Contábeis;
  • Profissionais de controladoria;
  • Pessoas interessadas em recuperação tributária.

O curso pode beneficiar tanto quem está começando no tema quanto profissionais que já realizam apurações, mas ainda possuem insegurança sobre créditos, exclusões e escrituração.

Regime cumulativo de PIS e COFINS

No regime cumulativo, as contribuições são calculadas sobre as receitas sujeitas à tributação, sem o sistema geral de créditos do regime não cumulativo.

Esse regime costuma estar associado a determinadas empresas do Lucro Presumido, embora a análise deva considerar a atividade e as exceções previstas na legislação.

O profissional precisa compreender:

  • Quais receitas integram a base;
  • Quais receitas possuem tratamento específico;
  • Quando existe alíquota diferenciada;
  • Como tratar devoluções e cancelamentos;
  • Como identificar receitas não tributadas;
  • Como realizar os registros na escrituração;
  • Como conferir a apuração do sistema.

Mesmo sem o sistema amplo de créditos, o regime cumulativo exige atenção às bases, naturezas de receita e possíveis exclusões.

Regime não cumulativo

No regime não cumulativo, normalmente aplicado a empresas do Lucro Real, a apuração permite o desconto de determinados créditos previstos na legislação.

Essa possibilidade torna o processo mais complexo.

O profissional precisa analisar as receitas tributadas e, ao mesmo tempo, verificar quais custos, despesas e aquisições podem gerar créditos.

Entre os temas importantes estão:

  • Conceito de insumo;
  • Aquisição de mercadorias;
  • Energia elétrica;
  • Aluguéis;
  • Fretes;
  • Armazenagem;
  • Depreciação;
  • Ativo imobilizado;
  • Serviços contratados;
  • Créditos extemporâneos;
  • Rateio entre receitas;
  • Operações com alíquota zero;
  • Vedações ao crédito.

O curso oficial apresenta o domínio dos regimes cumulativo e não cumulativo como um dos seus principais conteúdos.

Créditos de PIS e COFINS

Uma das maiores dificuldades da apuração está em determinar quais aquisições realmente geram crédito.

Nem toda despesa registrada na contabilidade produz crédito tributário.

A análise deve considerar:

  • A atividade da empresa;
  • A relação da despesa com a operação;
  • A essencialidade ou relevância;
  • O documento fiscal;
  • O fornecedor;
  • A tributação da aquisição;
  • A natureza do item;
  • As vedações legais;
  • A escrituração realizada;
  • O período do crédito.

O profissional precisa saber justificar cada valor aproveitado.

Uma apuração sem memória de cálculo e documentação pode expor a empresa a questionamentos futuros.

Conceito de insumo

O conceito de insumo é fundamental na apuração não cumulativa.

Não existe uma lista única que funcione da mesma maneira para todas as empresas.

Um item pode ser essencial para uma atividade e não possuir a mesma relevância em outra.

A análise exige compreender:

  • Processo produtivo;
  • Prestação do serviço;
  • Obrigatoriedade legal;
  • Relevância operacional;
  • Relação com a receita;
  • Consumo na atividade;
  • Características específicas do segmento.

Por isso, classificar automaticamente todas as despesas como insumos pode gerar créditos indevidos. Por outro lado, limitar excessivamente o conceito pode fazer a empresa perder créditos legítimos.

Exclusões da base de cálculo

Outro tema central do curso são as exclusões da base de cálculo.

A composição incorreta da base pode levar a empresa a recolher valores superiores aos efetivamente devidos.

A revisão pode envolver situações como:

  • Vendas canceladas;
  • Devoluções;
  • Descontos incondicionais;
  • Receitas com tratamento específico;
  • Tributos excluídos conforme decisões aplicáveis;
  • Valores que não representam receita própria;
  • Operações sujeitas à tributação diferenciada.

Cada exclusão deve ser analisada de acordo com a legislação e com a situação concreta da empresa.

O Intensivo PIS/COFINS inclui expressamente o estudo das exclusões da base de cálculo.

Fretes e créditos tributários

Os fretes podem gerar dúvidas porque o tratamento depende da operação, da responsabilidade pelo pagamento e da relação com a aquisição ou venda.

É necessário verificar:

  • Quem contratou o transporte;
  • Quem suportou o custo;
  • Natureza do produto transportado;
  • Documento fiscal;
  • Relação com a operação;
  • Forma de escrituração;
  • Regime de apuração;
  • Possibilidade legal de crédito.

O curso destaca o tratamento de fretes, inclusive em operações envolvendo produtos com alíquota zero.

Esse tema exige cuidado porque o tratamento tributário do produto não deve ser confundido automaticamente com o tratamento do serviço de transporte.

Rateio proporcional à receita bruta

Empresas que possuem receitas sujeitas a tratamentos diferentes podem precisar realizar o rateio dos créditos.

Isso pode acontecer quando a organização possui, ao mesmo tempo:

  • Receitas tributadas;
  • Receitas com alíquota zero;
  • Receitas isentas;
  • Receitas não tributadas;
  • Receitas sujeitas à incidência monofásica;
  • Receitas de exportação.

O rateio proporcional deve ser realizado com critérios consistentes e informações corretamente classificadas.

Erros nessa etapa podem aumentar ou reduzir indevidamente os créditos.

A formação inclui o rateio proporcional à receita bruta entre os conteúdos apresentados pelo IBEPC.

Produtos monofásicos

A tributação monofásica concentra o recolhimento do PIS e da COFINS em uma etapa específica da cadeia.

Nas etapas posteriores, a revenda pode receber tratamento diferenciado.

Esse sistema aparece em diversos segmentos e pode envolver produtos como:

  • Medicamentos;
  • Combustíveis;
  • Cosméticos;
  • Autopeças;
  • Bebidas;
  • Produtos de higiene;
  • Máquinas e veículos, conforme enquadramento.

A correta identificação exige análise de NCM, legislação, descrição do produto e período da operação.

Uma classificação incorreta pode gerar recolhimento indevido ou aproveitamento inadequado de créditos.

Produtos com alíquota zero

Produtos com alíquota zero também precisam ser corretamente identificados.

O fato de uma venda possuir alíquota zero não significa que toda a operação relacionada a ela seja irrelevante para a apuração.

Podem existir reflexos em:

  • Créditos das aquisições;
  • Fretes;
  • Rateios;
  • Registros da EFD-Contribuições;
  • Segregação das receitas;
  • Ressarcimentos;
  • Saldos acumulados.

O tratamento deve considerar a legislação aplicável ao produto e à operação realizada.

EFD-Contribuições

A EFD-Contribuições é a obrigação que reúne informações relacionadas à apuração do PIS e da COFINS.

Ela não deve ser vista apenas como um arquivo gerado pelo sistema.

O profissional precisa compreender como os documentos e as apurações são levados para os registros da escrituração.

Entre os pontos que exigem atenção estão:

  • Cadastros de produtos;
  • CST;
  • Natureza da receita;
  • Bases de cálculo;
  • Alíquotas;
  • Créditos;
  • Ajustes;
  • Documentos fiscais;
  • Receitas financeiras;
  • Retenções;
  • Apurações;
  • Saldos transportados.

A formação apresenta planilha de cálculo e registros da EFD-Contribuições entre seus conteúdos práticos.

A importância da parametrização fiscal

Muitos erros começam no cadastro do produto, do serviço ou da operação.

Quando um sistema está parametrizado incorretamente, o problema pode se repetir em milhares de documentos.

Alguns campos que merecem revisão são:

  • NCM;
  • CST de entrada;
  • CST de saída;
  • Natureza da receita;
  • Alíquota;
  • Tipo de crédito;
  • CFOP;
  • Situação monofásica;
  • Alíquota zero;
  • Tributação concentrada;
  • Vínculo com a conta contábil.

O profissional que compreende PIS e COFINS consegue analisar se a parametrização está coerente, em vez de apenas aceitar o resultado gerado pelo ERP.

Créditos não aproveitados

Empresas podem deixar de aproveitar créditos por diferentes motivos:

  • Parametrização incorreta;
  • Falta de conhecimento;
  • Ausência de documentos;
  • Mudança de equipe;
  • Troca de sistema;
  • Interpretação excessivamente restritiva;
  • Falta de revisão;
  • Despesas contabilizadas sem análise fiscal;
  • Erros na importação;
  • Créditos não escriturados no período adequado.

A identificação de créditos não utilizados pode abrir oportunidades de recuperação, desde que os valores sejam legítimos, documentados e tratados de acordo com os procedimentos aplicáveis.

Créditos aproveitados indevidamente

O problema contrário também pode ocorrer.

Uma empresa pode utilizar créditos sem respaldo suficiente por:

  • Classificação automática;
  • Falta de validação;
  • Interpretação ampla demais;
  • Documento inadequado;
  • Despesa sem relação com a atividade;
  • Operação sujeita a vedação;
  • Duplicidade;
  • Crédito já utilizado anteriormente.

Nesse caso, a revisão ajuda a reduzir riscos antes de uma eventual fiscalização.

O objetivo de um profissional qualificado não é maximizar o crédito a qualquer custo, mas encontrar o valor correto e defensável.

Recuperação tributária de PIS e COFINS

A recuperação tributária consiste na identificação de valores pagos indevidamente ou créditos que deixaram de ser aproveitados.

O trabalho pode envolver:

  • Revisão dos últimos períodos;
  • Análise da EFD-Contribuições;
  • Cruzamento com XML;
  • Conferência das apurações;
  • Revisão de produtos;
  • Análise de despesas;
  • Memórias de cálculo;
  • Retificações;
  • Pedidos de ressarcimento;
  • Compensações por PER/DCOMP.

O profissional precisa dominar tanto a origem do crédito quanto a forma correta de aproveitamento.

O IBEPC posiciona o curso dentro da área tributária e de recuperação de créditos, com foco em segurança na apuração e domínio dos créditos permitidos.

Como o curso pode ajudar analistas fiscais?

O analista fiscal precisa executar rotinas mensais e responder por informações que impactam diretamente o caixa da empresa.

Com maior domínio do tema, pode desenvolver segurança para:

  • Conferir a apuração;
  • Revisar cadastros;
  • Validar créditos;
  • Identificar erros;
  • Explicar divergências;
  • Revisar a EFD-Contribuições;
  • Orientar a equipe;
  • Participar de auditorias;
  • Apoiar projetos de recuperação;
  • Atender fiscalizações.

Esse conhecimento pode ajudar o profissional a sair de uma atuação exclusivamente operacional e participar de análises mais estratégicas.

Como o curso pode ajudar contadores?

O contador precisa compreender os impactos fiscais das operações registradas na contabilidade.

Ao dominar PIS e COFINS, pode:

  • Melhorar a qualidade do fechamento;
  • Identificar oportunidades para clientes;
  • Revisar contas de despesas;
  • Analisar créditos;
  • Criar serviços consultivos;
  • Reduzir riscos;
  • Orientar departamentos fiscais;
  • Participar de planejamento tributário;
  • Oferecer revisão de apurações;
  • Fortalecer a autoridade profissional.

Esse conhecimento é especialmente relevante para escritórios que atendem empresas do Lucro Real.

Benefícios para escritórios contábeis

Escritórios contábeis podem utilizar o conhecimento para ampliar o valor entregue aos clientes.

Entre as possibilidades estão:

  • Diagnóstico de PIS e COFINS;
  • Revisão de cadastros;
  • Auditoria da EFD-Contribuições;
  • Revisão de créditos;
  • Recuperação tributária;
  • Análise de produtos monofásicos;
  • Revisão de alíquota zero;
  • Treinamento de equipes;
  • Consultoria mensal;
  • Apoio em fiscalizações.

Serviços especializados também podem ajudar o escritório a se diferenciar de concorrentes que atuam apenas no cumprimento básico das obrigações.

Benefícios para consultores tributários

Consultores precisam dominar os fundamentos antes de apresentar qualquer oportunidade ao cliente.

O curso pode ajudar na construção de uma metodologia para:

  • Solicitar documentos;
  • Entender a operação;
  • Identificar hipóteses de crédito;
  • Validar informações;
  • Produzir memórias de cálculo;
  • Avaliar riscos;
  • Explicar a oportunidade;
  • Apoiar a escrituração;
  • Acompanhar o aproveitamento.

Uma consultoria responsável deve ser capaz de demonstrar de onde surgiu cada crédito e por que ele pode ser utilizado.

Aprendizado com aplicação prática

A proposta do curso é ir além da teoria.

O IBEPC destaca uma metodologia direcionada à prática contábil e tributária, com materiais de apoio, suporte e certificado. O portal também informa acesso imediato e garantia de sete dias para os cursos apresentados.

O aluno pode utilizar o conteúdo para compreender os cálculos e relacioná-los com a realidade das empresas.

Planilha de cálculo

Planilhas ajudam a visualizar a composição da apuração.

Uma estrutura de cálculo pode incluir:

  • Receitas por natureza;
  • Bases tributáveis;
  • Exclusões;
  • Alíquotas;
  • Débitos;
  • Créditos por categoria;
  • Rateios;
  • Ajustes;
  • Retenções;
  • Saldo a pagar;
  • Saldo credor.

Mais importante do que preencher uma planilha é entender a origem de cada informação.

O aluno precisa conseguir conferir se o resultado apresentado está coerente com os documentos e com a escrituração.

Certificado IBEPC

Ao concluir a formação, o aluno recebe certificado do IBEPC, conforme as condições apresentadas no portal.

O certificado pode ajudar a demonstrar qualificação e carga horária de estudo no currículo profissional.

O site informa que os cursos oferecem certificado, suporte direto e acesso a uma comunidade de alunos, além de orientar que a eventual pontuação no CRC seja consultada para cada formação.

Atualizações e suporte

PIS e COFINS são temas influenciados por alterações legislativas, decisões judiciais e entendimentos administrativos.

Por isso, o profissional precisa manter uma rotina de atualização.

O portal do IBEPC informa que suas formações oferecem suporte direto e atualizações de conteúdo quando a legislação é alterada.

O suporte também pode ser importante para esclarecer dúvidas que surgem durante a aplicação dos conteúdos.

Como aproveitar melhor o curso?

Para desenvolver domínio real, o aluno pode seguir uma rotina organizada:

  1. Assistir às aulas em sequência;
  2. Revisar os conceitos de cada regime;
  3. Anotar as hipóteses de crédito;
  4. Reproduzir os cálculos;
  5. Preencher a planilha;
  6. Conferir os documentos;
  7. Analisar os registros da EFD-Contribuições;
  8. Criar um caso simulado;
  9. Revisar uma apuração real, quando possível;
  10. Registrar dúvidas e buscar suporte.

O conhecimento tributário se fortalece quando a teoria é aplicada a documentos, cálculos e situações concretas.

Evite depender apenas do sistema

Sistemas contábeis e fiscais são ferramentas importantes, mas dependem dos dados inseridos e das regras configuradas.

Se o cadastro estiver errado, a apuração também poderá estar.

O profissional precisa ser capaz de:

  • Questionar o resultado;
  • Conferir relatórios;
  • Identificar valores fora do padrão;
  • Comparar períodos;
  • Revisar bases;
  • Investigar diferenças;
  • Validar os créditos;
  • Corrigir a parametrização.

O curso ajuda a desenvolver conhecimento para interpretar a apuração, em vez de apenas gerar e transmitir arquivos.

Desenvolva uma especialização valorizada

Profissionais que dominam PIS e COFINS podem encontrar oportunidades em:

  • Escritórios contábeis;
  • Indústrias;
  • Atacadistas;
  • Distribuidoras;
  • Redes varejistas;
  • Consultorias;
  • Auditorias;
  • Departamentos fiscais;
  • Empresas do Lucro Real;
  • Projetos de recuperação tributária.

A especialização também pode permitir a criação de novos serviços e uma atuação mais consultiva.

Conheça o Intensivo PIS/COFINS

O Intensivo PIS/COFINS reúne conteúdos importantes para quem deseja compreender a apuração, revisar créditos e executar a escrituração com mais segurança.

Entre os assuntos destacados pelo IBEPC estão:

  • Regimes cumulativo e não cumulativo;
  • Exclusões da base de cálculo;
  • Créditos admitidos;
  • Jurisprudência;
  • Fretes;
  • Operações com alíquota zero;
  • Rateio proporcional à receita bruta;
  • Planilhas de cálculo;
  • Registros da EFD-Contribuições.

Acesse o portal, consulte o conteúdo completo e conheça as condições atuais de matrícula.

Pare de tratar PIS e COFINS como uma simples apuração automática. Aprenda a analisar as operações, validar os créditos e entregar resultados com mais técnica e segurança.


 

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